Sexta-feira, Novembro 04, 2011

ROCKCLIMBING.COM divulga a via TRANSBAÚ - Brazilian Female Solo Ascent

ROCKCLIMBING.COM divulga a via TRANSBAÚ - Brazilian Female Solo Ascent

Karina Filgueiras, a Brazilian climber recently performed the first female solo ascent opening of a Brazilian route. The route was named "Transbaú" (7a).

The route is 900ft long and requires 8 pitches to be climbed. At this length it is the longest route on the north face of Pedra do Baú, located in São Paulo, southeast Brazil.

Pedra do Baú is a popular climbing destination and is the highest rock face in the state.

Three weeks were spent in the project with much of the time revolving around preparation for the climb where supplies and equipment brought to the area. A few days were spent climbing the wall itself and the ascent was completed on the 07/08/2011.

Quinta-feira, Setembro 22, 2011

Revista Go Outside publica matéria sobre a 1° Conquista Feminina em Solitário do Brasil



 Revista Go Outside!


          Matéria publicada sobre a 
1° Conquista Feminina em Solitário do Brasil. 


Por Karina Filgueiras 


Via Transbaú (D3 5° sup VIIa E3 280m) 


Já nas bancas!!!

Segunda-feira, Agosto 22, 2011

CROQUI VIA "TRANSBAÚ" (D3 5°SUP VIIa 280m)

Pessoal abaixo o croqui da via, os graus são sugeridos.

A "Transbaú" já conta com algumas repetições de amigos escaladores da região e de fora, e que gostaram muito da via.
Agradeço a todos que sempre mandam boas vibrações!

Boas escaladas!



Para infos adicionais entre em contato pelo email:karina@brasilvertical.com.br

Terça-feira, Agosto 09, 2011

ESCALADA EM ROCHA : 1° CONQUISTA FEMININA EM SOLITÁRIO DO BRASIL



Karina Filgueiras abre uma via em solitário, na Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí-SP. Foram 3 semanas de trabalhos intensos entre abastecimento de suprimentos e equipamentos até a base da parede e área de bivaque e os dois ataques finais da escalada propriamente dita; na primeira vez ficando 3 dias na parede e na segunda ficando 4 dias na parede, finalizada dia 07/08/2011. A escalada em solitário é uma das modalidades mais desgastantes deste esporte , pois significa que a escaladora teve que fazer toda a escalada sozinha sem a colaboração de um(a) companheiro(a) durante a escalada.
A via recebeu o nome de “ TRANSBAÚ” (D3 5°sup VIIa E3 280m), com 8 cordadas, é a via de maior extensão na face norte da Pedra do Baú. A “TRANSBAÚ” é uma via toda em livre (ou natural,), com muitas possibilidades de proteções em peças moveis e sem necessidade de lances com progressão artificial.




























Quarta-feira, Abril 27, 2011

JOSHUA TREE NATIONAL PARK – DESERTO, ESCALADAS E AR LIVRE


Hoje escrevo sobre Joshua Tree, um parque nacional dos Estados Unidos.
Estive ali escalando com as escaladoras brasileiras Juliana Petters e Gisely Ferraz no mês de abril.
Além da beleza, o lugar é considerado a meca para a prática da escalada em rocha. As opções de escalada são tantas e o acesso tão fácil até a base das rotas que nos permitia escalar várias vias em diversos setores num mesmo dia. Os aglomerados rochosos, juntamente com as árvores Joshua, são sem dúvida a maior atração do parque, com suas formações inusitadas e deslumbrantes.

Gisely Ferraz em boulder

O parque reserva ainda muitas surpresas, possui cinco oásis que proporcionam um contraste dramático com o deserto e é o único local aonde existe água corrente.
Um parque no deserto
Joshua Tree National Park, localizado no sudeste da Califórnia, na zona de transição entre duas regiões desérticas bem distintas, desertos Colorado e Mojave. O deserto do Colorado é mais árido quente, e 910 metros acima, mais úmido e um pouco menos quente, o deserto de Mojave abriga as mais belas paisagens, formações rochosas impressionantes e, as características árvores, que dão nome ao parque, as Joshua Trees.
Com seu formato intrigante, as árvores Joshua possuem uma beleza rara. Relatos históricos contam que o nome da árvore foi dado pelos Mórmons, por volta de 1850, quando em suas constantes andanças pelo Deserto de Mojave utilizavam aquelas árvores, cada uma com seu desenho distinto, como um marco que lhes garantia a orientação do caminho.

Abaixo Juliana Petters guiando na via Ilusion Dweller 5.9 OS

Além da vegetação típica do deserto e as árvores Joshua, o parque possui algumas das mais fantásticas formações rochosas do mundo. Gigantescos blocos de granito esculpidos pela natureza, formam uma verdadeira exposição de formas e contornos intrigantes. Os blocos se equilibram uns sobre os outros de maneira surpreendente.
Visto da estrada, este parque desértico da poucas noções de sua vitalidade. Olhando mais de perto, revela uma fascinante variedade de flora e fauna que vive nesta terra, moldada por fortes ventos, chuva forte e clima extremo. Uma rica história cultural e seus monumentos geológicos surrealistas aumentam o atrativo deste lugar.
No final dos anos 1800, criadores de gado se estabeleceram no deserto. Eles construíram vários reservatórios de água. Posteriormente foram seguidos por mineiros em busca do ouro na região. Eles deixaram as minas chamadas Lost Horse e Desert Queen. Nos anos de 1930, fazendeiros chegaram buscando terra para começarem uma nova vida. Cada um desses grupos deixou sua marca e contribuiu para a rica história cultural do Joshua Tree National Park.
Hoje, o parque de 794.000 acres é visitado por pessoas em busca ar puro, paz e tranquilidade e também por esportistas de todo o mundo, já que é um dos melhores locais na Califórnia, observação de pássaros, para caminhar, pedalar, e principalmente escalar.
O parque preserva 501 sítios arqueológicos, 88 estruturas históricas, 19 áreas de preservação natural, e utensílios e equipamentos históricos.

Gisely Ferraz, Juliana Petters, sua filhinha Lani, Karina Filgueiras

Infra-Estrutra
O parque mantém 150km de estradas pavimentadas e 170km de estradas de terra, 9 campings com 523 espaços para barraca, 10 áreas de pic-nic, 38 churrasqueiras e toaletes.
Existem ainda 32 trilhas demarcadas e sinalizadas que formam mais de 300km de extensão para caminhada. As trilhas levam as áreas das minas de ouro, aos picos de cerca de 1500m e as belezas naturais da flora e fauna.

Existem 3 centros de visitantes, nas entradas aonde você pode conseguir um mapa do parque e orientações sobre sua visita.
Hospedagem e Alimentação
O parque possui locais pra camping pré-determinados e pagos. Esta é a melhor forma de aproveitar todos os momentos no parque. Hotéis, supermercados, restaurantes, postos de gasolina estão localizados nas cidades vizinhas.
Obs.: Não há água na parte alta do parque, portanto você deve levar água, para cozinhar, beber e higiene pessoal. Caso você esteja acampando poderá “comprar”(US$ 4) um bom banho quente na pitoresca loja Coyote Corner.
O deserto é fascinante, mas pode ser perigoso para aqueles que não estão acostumados. É imprescindível que você leve sempre água consigo, mesmo se estiver só passeando de carro numa visita rápida.


Karina na via Sail Away 5.8

Quando ir
A melhor época para uma visita é durante a primavera (abril/maio) ou final do outono(outubro/novembro).
Clima e Temperatura
Em geral os dias são claros e a humidade do ar é de 25%. A temperatura mais agradável é na primavera e outono, com temperatura máxima em torno de 29 °C e mínima de 10 °C. O inverno tem dias mais frescos, com temperatura média a cerca de 15 °C, e pode descer abaixo de 0°C a noite. Nos pontos mais altos, a variação de temperatura pode ser de até 10°C mais frio, recebe mais chuva e inclusive neve.
As mudanças de temperatura podem ser bruscas durante o dia para a noite. Traga uma variedade de roupa para que possa por e tirar a medida que as condições mudem. Embora a chuva seja mais rara no deserto, quando chove pode ser em grande quantidade.




Como chegar
O Parque Nacional Joshua Tree, está a 225 km de Los Angeles, a 282 km de San Diego e a 346 km de Las Vegas. Pode chegar pela estrada Interestadual I-10 e depois pegar a estrada regional 62 (Twentynine Palms). No há transporte publico até o parque. Alugar um carro pode ser a melhor opção. A viagem de Los Angeles leva cerca de 3 horas.




Juliana Petters e Gisely Ferraz

Meio ambiente - Fauna e flora


Animais
Apesar de termos a impressão de que o deserto é um grande vazio, há muita vida, muitos animais fazem do deserto seu lar. Pássaros, lagartos, tartarugas, e esquilos são os mais vistos por estarem em atividade durante o dia. No entanto a noite muitos outros animais circulam como, cobras, ratos, coyotes, lebres. O amanhecer e anoitecer são bons momentos para que você possa ver estes animais.


Plantas
Com mais de 813 especies de plantas, Joshua Tree é reconhecido por sua diversidade. Existem cactos, árvores Joshua, oásis, palmeiras, flores silvestres.




Atividades - O que fazer e ver
O parque oferece aos visitantes uma infinidade de oportunidades de exploração e descobrimento.
O mirante Keys View é imperdível, está localizado a 1581m do nível do mar de onde podemos ver as belíssimas montanhas ao redor, a cidade de Palm Springs, o deserto Colorado e a famosa falha geológica de San Andreas.
Karina em High Ball

Trilhas para Caminhadas
Moderadas
- Boy Scout - 25,8 km – de 1 a 2 dias: em Wonderland of Rocks.
- 49 Palms Oásis - 4,8 km - 2 a 3 hs: Fans palms e nos oásis.
- Lost Horse Mine - 6,4 km - 3 a 4 hs: o cume fica a 1.583m .
- Lost Palms Oásis - 11,2 km 4 a 6 hs: percorre um canyon

Escalada e Bouldering
Joshua Tree recebe escaladores do mundo todo. A escalada aqui é famosa pelo seu estilo tradicional de escalada de fenda (crack climb), aderências de tirar o fôlego, negativos e paredes bem verticais. Com mais de 400 formações rochosas e mais de 8000 rotas de escalada, J-Tree(como é conhecido entre os escaladores) oferece desafios para todos os níveis de escalada, do iniciante ao escalador mais experiente.
Desde os anos 80, J-Tree se transformou em um dos lugares mais procurados do mundo para a prática de escalada em rocha. No verão são comuns as escaladas noturnas e ao amanhecer para evitar o calor intenso.
Além da escalada J-Tree é um importante pólo de outra modalidade de escalada, chamada boulderismo (bloco de rocha) que consiste em escalar blocos de rocha sem corda, usando apenas um colchão (crash-pad) para amortecer a queda. Embora possa parecer menos intimidante que a escalada de paredes verticais, o boulder exige grande habilidade, força, destreza e bom preparo psicológico, pois as quedas podem ser tão ou mais perigosas do que as da escalada tradicional.

Bikes - Para pedalar
Pinkan Canyon Rd – 11km- desafiadora trilha que começa em Cottonwood Visitor Center
The Queen Valley road, mais tranquila e possui local para parar as bikes e você pode fazer caminhadas ao redor.
The Old Dale Rd – 9km- uma das favoritas dos praticantes

Desidratação
É fácil desidratar-se no clima árido do deserto. Se vai fazer alguma atividade no parque leve sempre pelo menos 3lt de água por dia. Beba água não economize.

Links úteis:
Site oficial
Escalada http://www.joshuatreeclimb.com
Clima http://forecast.weather.gov/MapClick.php?CityName=Joshua+Tree&state=CA&site=VEF&textField1=34.1347&textField2=-116.312&e=0
Loja de equipamento escalada e camping
http://www.joshuatreevillage.com/515/nv.htm

Quarta-feira, Fevereiro 09, 2011

CROQUIS DE ESCALADA DO COMPLEXO DO BAÚ

PEDRA DO BAÚ, BAUZINHO E ANA CHATA

Compilamos todas as vias e croquis que foram disponibilizados no site e agora organizamos por ordem alfabética, visando facilitar o acesso e a informação.
Todos os croquis estão em arquivo pdf. Até o momento disponibilizamos 18 croquis.
A maioria dos croquis são das conquistas recentes dos últimos anos.
Pedimos que, caso você encontre qualquer problema ou dificuldade para acessar os textos e croquis ou qualquer sugestão ou informação por favor entre em contato pelo email: contato@brasilvertical.com.br

Um agradecimento especial a todos os conquistadores, pela colaboração e sem eles nada disso seria possível. Boas Escaladas.

Karina Filgueiras

RELAÇÃO DAS VIAS NA PEDRA DO BAÚ E BAUZINHO (por ordem alfabética)(clique aqui para acessar os croquis)

1. ANJOS COVARDES (5sup VIIb E3 120m)
2. CÃES E CARAVANAS (6º VIIb (A1+/VIIIb) E3)
3. CAMPO ESCOLA PEDRA DO BAÚ
4. CAPITÃO PRESENÇA (5° VI E2 90m)
5. CHORA NEGÃO (5° VIISup E3 170m)
6. ESTICA QUE DÁ (6° VISup E2)
7. GREGOS E TROIANOS (5° VI E2 75m)
8. HOMEM PÁSSARO (5° VI sup 150m)
9. A INVASÃO DO SAGAZ HOMEM FUMAÇA (D4 6° VIIb(A2) E3 205m)
10. IRMÃO SOL, IRMÃ LUA (6º VII E2 55m)
11. LATINDO PRA POEIRA (D3 6 VIIb E3 125m)
12. MÃETIQUEIRA (D2 5° VISup(A1/8°)E3, 162m)
13. NÓIA DE CÃO (6Sup 55m)
14. PALETÓ DE MADEIRA (A3+ ?) Texto CROQUI
15. QUEM TEM BOCA FALA O QUE QUER (D4 7° VIIIb/A0 E2,180m)
16. SEU MADRUGA E OS CHAVES (5° VIIc E3 120m)
17. SOMBRA E ESCURIDÃO (D4 7°A0/IX (A2/9°?) E3, 135 m)
18. SUAVE DESESPERO (A2 6Sup E3, 90m) Texto e fotos CROQUI

Terça-feira, Dezembro 21, 2010

LES CALANQUES - ESCALANDO NA CÔTE D´AZUR FRANCESA



Por Karina Filgueiras
http://www.brasilvertical.com.br/

Olá pessoal, desta vez vou descrever e dar dicas de viagem e escalada em Les Calanques, na Côte D´Azur Francesa, um dos mais interessantes, diversificados e sofisticados locais para se praticar inúmeros esportes, inclusive a escalada.

Les Calanques, está localizado na periferia de Marseille, na Cote d´Azur Francesa. Abrangendo toda a costa, por 20 km até a próxima cidade, Cassis, é uma das mais famosas belezas naturais da França. O maciço de calcário branco contrasta com as águas azuis e cristalinas na linha costeira do Mar Mediterrâneo, com profundas baías e gargantas formando pequenas praias paradisíacas e promontórios verdes que oferecem não só beleza natural, bons mergulhos, mas também é um local de prática de escalada esportiva e tradicional. Assim como os Alpes, Les Calanques foi também o berço do montanhismo e escalada franceses.

Ali tiveram suas primeiras experiências alpinistas renomados e pioneiros como, Gaston Rébuffat (1921-1985), que ali fez seu primeiro contato com a escalada e tornou-se Guia de Montanha, fazendo parte da primeira expedição de escalada a uma montanha de 8000m, o Annapurna, no Himalaia em 1950.


A Escalada

Em Les Calanques você encontrará da mais fina e técnica escalada tradicional, com rotas longas e variadas em grandes paredes, a mais extrema e dura escalada esportiva.

O Maciço é dividido em 6 áreas principais: Marseilleveyre, Les Goudes, Sormiou, Morgiou, Luminy e Gardiole. Juntos hospedam uma infinidade de rochedos diferentes, com cerca de 2500 rotas de escalada esportivas e mais de 1000 rotas de escalada tradicional.

En Vau, é outro setor maravilhoso, obrigatório conhecer por sua beleza e suas rotas longas de escalada acima e com vista para o mar. Para chegar a este setor existe uma longa caminhada por trilha (2hs), bem sedimentada e marcada, muito linda e exótica, com bosques e florestas suspensas nos penhascos de calcário e dando de encontro com uma praia exclusiva de água azul.

Além dos setores mencionados aqui, recomendo o Cret-Saint-Michel (localizado acima de Morgiou, com 70 rotas, de graduação variada, de 4 a 7 graus de dificuldade, ou seja do iniciante a avançado), o Oasis (15 rotas, a partir de 6c a 8a), Paroi Jaune ( bem acima de Marseille, escaladas longas e técnicas, de 6c a 7c) e ao sul tem o Paroi dês Toits (60 rotas a partir de 5c a 8b), que está abrigado do temido vento Mistral e ideal para escalada no inverno.

Nossa a lista de penhascos excepcionais é interminável ... talvez a melhor coisa seja você ir lá e descobri-los por si mesmo! Aí vão algumas dicas pra que você possa planejar sua viagem.



Como chegar
A partir de Marseille, pegar a rodovia D559, sentido leste para Cassis e depois sair estrada principal para os acessos ao parque de Les Calanques.

Alugue um carro….esta será a melhor forma, mais rápida e acessível pra você se deslocar entre os diversos locais de escalada. Existem opções de transporte público principalmente nos locais próximos a Marseille, mas para ir aos outros canyons você precisará de agilidade pra se locomover.

Melhor Época
Primavera( final de abril/maio/junho) e Outono(setembro/outubro) respectivamente. O verão tende a ser muito quente no sul da França, estive escalando lá no final de agosto, muito quente, porém torna a combinação escalada e mergulho ideal para esta época do ano. No inverno o vento Mistral e o frio podem tornar a escalada impossível.

Equipamento
Levar uma corda de 70m é importante, inúmeras vias esportivas são de 35m e um jogo de peças móveis completo (Camalots, Nuts) e no mínimo 15 costuras.



Guia (livro)
Escalade, Les Calanques, por Gilles Bernard, Daniel Gorgeon, Christophe Kern, Bernard Privat http://www.topo-calanques.com/
Provence – França Lonely Planet
http://www.lonelyplanet.com


Alimentação e alojamento
Por ser um local turístico e de férias do público francês e europeu na região de Marseille e Cassis, há uma abundância de alojamentos, hotéis e campings com excelente infra-estrutura. O camping selvagem é proibido na região de Les Calanques.

Existem inúmeros mercados e brasseries em ambas as cidades, com bons preços.

Internet
Praticamente disponível em todos os campings(wi-fi) desde que você leve seu notebook e várias lan houses podem ser encontradas nas cidades.

Links Úteis
http://www.escalade-calanques.com
http://www.topo-calanques.com

Informações Úteis

Marseille por ter um dos maiores portos marítimos da Europa, é populosa e recebe todo o tipo de visitante, tornando pequenos crimes e roubo de carro extremamente comuns.
Eu, pessoalmente nunca tive nenhum tipo de problema, mas como precaução não deixe nada que chame a atenção dentro do seu carro. Cuide de seus pertences.

Boas aventuras e um excelente 2011 a todos!
Karina Filgueiras

baía aonde estávamos escalando

por do sol em Marseille

casa de pescadores em Marseille

Abaixo Karina Filgueiras a esquerda e Antero Macedo na foto à direita